Se não está fácil para patrão, porque estaria para empregado?


Acompanhando os embates administrativos público, seja nos departamentos e/ou nas pastas, como educação por exemplo, que nas três esferas, porém, cada uma a seu modo e tempo, educadores (as) optam por paralisar aos trabalhos, isso depois de várias tentativas de acordo com: prefeito (a), governador (a), presidente, no caso das universidade e instituições de ensino de responsabilidade federal (da União), cujas respostas quase sempre seguem uma lógica: A negativa, sob a legação da falta de recursos, o aumento da folha, dos gastos com o funcionamento da máquina pública, e fecham conclamando a compreensão para "a tal crise financeira". E no setor privado, trabalhadores(as) representados(as) na forma de sociedade civil organizada, Sindicatos, associações, o terceiro setor, também optam por cruzar os braços, após tentativas em vão, de acordos com os patrões sobre reajustes de salários e demais adicionas previstos em lei. A classe patronal, no seguimento particular, (empresas) segue a cartilha do setor público, justifica redução na receita, aumento da folha, dos gastos com manutenção, diferindo apenas na questão concorrência desleal, esta, exclusiva da iniciativa privada. Concordo quanto as razões elencadas pelos patrões, públicos e/ou privados, para não atender aos reclames da mão de obra, mas, se para empresas e governos, a situação financeira ficou difícil, porque razão essa dificuldade não é percebida em relação o operário, a operária, que é quem faz grandes empresas e órgãos públicos funcionarem? Atualmente em Imperatriz, os trabalhadores do transporte público, (coletivo) estão em estado de greve, no caso deles a situação é mais dramática, que dos seus colegas de profissão do Distrito Federal, lá ele também querem 20% de reajustes nos salários entre outros pontos, e no caso deles, a emprese fez uma contra proposta de 8%, ao passo que aqui a Viação Branca do Leste, disse em ofício, não ter como, sequer fazer uma contra proposta. É sabido que "a corda sempre quebra do lado mais fraco" mas, o grande x da questão é: a classe trabalhadora que é que faz funcionar, esse pais e tudo o que nele ou a ele comporta é, ou seria mesmo esse lado mais fraco? e sendo, seria por desconhecer a força que a união tem? Ano passado a justiça autorizou o reajuste nas tarifas de coletivo em Imperatriz, e na ocasião eu perguntei: quem paga as passagens reajustadas ou não, seria a "justiça" ou cidadãos e cidadãs, o povão como se diz? O papel da justiça se quiser fazer jus ao nome, não seria ser o ponto de equilíbrio na balança do julgamento? É aguardar  o desfecho dessa história, pra ver se a força da sociedade é realmente o lado fraco, ou se as exigências os façam descobrir que podem mais, não no sentido de cometer os erros, ora combatidos, em relação aos patrões, mas, na perspectiva de lhes mostrar que dialogando e sedendo de ambos os lados, o todo pode funcionar melhor.

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