Temer ou ter medo?

A cultura do medo realmente não se sustenta isso porque tão logo a pessoa se veja revestido (a) de coragem e/ou forças, seja no sentido físico e/ou intelecto,  passa  a enfrentar o que quer que seja, que se lhes apresente no percurso dos caminhos. Por essa razão, pais e mães, devam ter bem nítidos a ideia do que seja temor, quando e como ele se adéqua ao respeito e ao medo. Em Deus, não há dúvidas, incertezas e/ou infidelidade, isto é ou estar mais presente no ser humano. Da parte de pregadores (as) e/ou guias "espiritual", se não todos (as), mas, em sua maioria, persistem na ideia da misericórdia sem condicionante: o arrependimento, sincero e verdadeiro, seguido do compromisso de não mais pecar, pelos mesmos atos e/ou omissões, causa do pedido de perdão. Eis a razão pela qual "o temor  a Deus, amor maior, precisa ser  entendido  como  respeito e reconhecimento do senhorio d’Ele sobre nós na condição de filhos (as) e não medo, causa primeira das incertezas e insegurança. E por se tratar de  ser humano, que tem vontades próprias, querer e inclinação  para fazer, a não  aceitação é tão presente quanto a aceitação, são oportunidades paralelas, o que evoca o exercício da escolha, esta  respaldada no livre arbítrio, cujos resultados podem ser benéficos e/ou ao contrário. http://antonioemcontexto.blogspot.com.br          

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