Sob influência


Ante os autos investimentos em infraestrutura e tecnologia, feitos pelas emissoras de TVS, com vistas a cobrir o dia a dia de uma cidade, seja metrópoles ou não, surgem as críticas ao jornalismo, isso porque a situação de agravo aos direitos humanos é cada vez mais gritante e a "grande mídia inclusive a mais nova (internet) os socializa.  São negação de direitos e negligências dos deveres; nos é negado direitos à saúde, educação se não na totalidade, mas, de forma parcial; Os desajustes administrativos nas repartições públicas, proporcionados pelos executivos, que, via secretariado, conseguem fazer de conta que: Ouve, quando só escuta, que ver, quando muito olha, que responde, se nem mesmo atenta para as perguntas. O mais intrigante é que tais práticas, não ocorrem por ausência de conhecimento do que seria por nos trilhos o trem da vida;  As organizações e o/ou organismos vivos, compactuam com certas causas de queda de valores, em nome do perdão, da segunda chance, da defesa, quando na prática, estão a fomentar os contrários, à luz, à vida, à humildade e ao amor ao próximo, o que resulta no caos em que se encontra a humanidade.  A partir de então, surge a teoria da culpabilidade, isso de modo tão centrado que vem sendo cada vez mais difícil estimular a capacidade intrínseca à pessoa humana, que desse modo se permite negar-se como tal, atribuindo seja a quem for as responsabilidades pelos atos. (Consulex) Um veículo de comunicação impressa e de responsabilidade de juristas publicou recentemente algo nesses termos: “ Violência e Criminalidade, a banalização da vida humana, pela mídia”. É de se estranhar que tal tema, tenha suscitado do seio do conhecimento jurídico, sim, porque, a mídia não fabrica os acontecimentos, pode até influenciar, mas, não a quem se recusa. Por outro lado, o fato da mídia não divulgar, não significa que o ou os fatos não ocorram.  O que banaliza a vida humana, não é a veiculação de notícias sobre os feitos que ferem da dignidade da pessoa, mas, a inoperância do próprio direito, que recorre à lei, seja para a defesa, como para a acusação e, pelo visto não a invoca para julgar, segundo os autos, a partir do primeiro passo da caminhada que terminou no ceifar a vida. Quantas pessoas foram vitimadas, por acidentes de transito cujo condutor se encontrara conduzindo sob efeito de bebida alcoólica? Se o CTB veta essa prática e, o indivíduo consome, como pode depois dizer que não teve a intenção? Ignora-se a lei, planeja e executa uma ação contra vida e/ou vidas e, quando apanhado em flagrante delito, recorre à lei como instrumento de defesa, mas, quanto à vítima, a quem recorrer?  

Postar um comentário

0 Comentários