A institucionalização do Erro.


Considerando ser crime, todo feito que atente contra a dignidade da pessoa humana, nesta oportunidade arisco algumas considerações à luz dos acontecimentos ocorridos durante este ano, com vistas à provocação da ciência e consciência nossa para uma reflexão que nos permita ver em que, quando e como nos portamos em face dos acontecimentos que marcaram se, positiva e/ou negativamente nossa vida até aqui. Quando ouvimos falar em superfaturamento, nossa tendência é olhar para as ações politicas, o manuseio das finanças públicas, mas, seria de bom tom que percebêssemos essa prática no dia a dia da comunidade independente da classe social, visto, que na comercialização de produtos e/ou serviços se superfatura, explora quem nos recorre, sob justificativas que vão desde a escacês de produtos serviços, (nas praias e shoppings e logradouros públicos) às condições climáticas e, aí cabe perguntar: Superfatura é crime só que feito por agentes públicos? Corrupção: essa doença não está nas instituições organismos e/ou organizações, mas, sobretudo no ser humano, que a seu modo e tempo corrompe e se deixa corromper, porém, é mais alardeada quando ocorre na esfera do poder público, como se lá fosse errado, ao passe em que fora da política fosse certo. Você com certeza constatou ato de corrupção, na polícia, no judiciário, nos sindicatos e/ou associações, nas filas nossas de cada dia e, até nas ceitas e/ou religiões, mas, quase sempre se justifica com o argumento "...errar é humano ou quem nunca pecou atire a primeira pedra..."  Afinal, porque há corrupção, não seria porque esta encontra guarida na terceirização da culpa e também pela correspondência às propostas? Quem não flagrou um agente da lei, infringindo-a, um operador do direito desrespeitando-o, uma liderança fazendo duras críticas e até mesmo repudiando uma conduta e tão logo assuma aquela condição a faz de forma aperfeiçoada? Impunidade, esta se apoia na transferência de responsabilidades, na má ou mesmo não interpretação da lei, que costuma ser taxada de fracas e quase inválida, como se a figura do magistrado fosse tão somente um elemento inoperante em face ao constante nos autos, alega-se que as leis são imperfeitas, ora, é claro se fossem perfeitas não carecia de interpretação. Pois é aqui vale a orientação "...como podeis vir um cisco no olho do próximo, se tens uma trave nos teus? oremos e vigiemos para que nos próximos 365 dias do ano de 2015, nos façamos instrumentos da paz e prosperidade que queremos.

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